segunda-feira, 9 de março de 2015

09.03.2015 Musicando

Hoje é dia de falar de música. Muitas vezes já pensei: "se minha vida fosse um filme a trilha sonora seria..." pois a cada momento parece que existiu uma música tema. Já cheguei até a elaborar a playlist da minha vida rsrs Com músicas que vinham desde a infância até a adolescência [época em que fiz a lista] com os sons que me marcaram.
Fones mais velhos que eu, da década de 80
Na sexta série eu ainda não era tão ligada a música, mas os guris já me chamavam de roqueira. Culpa da cabeleira enorme e do visual, eu usava um coturninho preto all star e camiseta preta sempre que dava, era com o que me sentia melhor. Tive certa sorte de crescer com boas influencias. Por falta de espaço os vinis do meu pai ficavam numa estante do meu quarto, onde meus bichos de pelúcia dividiam seu cantinho com coisas como Pink Floyd, Black Sabbath e Queen. Nasci em 1991 então bem pequeninha já passei a ouvir coisas como Guns e Nirvana, que era o que tocava nas rádios na época. E por mais influências do tipo que tivesse tido, até a sexta série nunca tinha pensado ou escolhido ter esse estilo de música como identidade. Foi só depois de perceber que eu pirava ouvindo Red Hot Chili Peppers que percebi que eu gostava daquilo por mim mesma. E assim foi, tive umas fases meio toscas meio emos, mas nunca saia muito fora do que gostava: Rock. Fui amadurecendo dentro desse estilo, Ac/dc virou minha paixão, Ozzy, Judas Priest, Matanza e até Amon Amarth eu escutava. Acabei virando aquelas pessoas chatas que acham que nada fora desse estilo era música e desdenhava tudo que fosse de gênero diferente, sem nem dar uma chance. Lembro de na época do orkut o Rômulo me dizer: "um dia você vai crescer e vai ver que seu gosto vai mudar". E isso porque ele gostava do mesmo tipo de música que eu. E claro ele estava certo. Ainda gosto de tudo que ouvia nessa época mais "do mau", só que meu gosto mudou mesmo. É engraçado, gostar de coisas tão diferentes como Motorhead e Tom Jobim srsrs Até Bee Gees me agrada! É bizarro. Mas aprendi a parar de me limitar. Não pertenço a uma coisa só. Desde 2013 pra cá comecei a curtir coisas mais leves, e é interessante ver que se fosse elaborar minha trilha sonora ia ser uma coisa bem bagunçada e louca, o que até combina comigo rsrs Fico a imaginar, do que será que vou gostar daqui algum tempo.

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