Um ninja. Overdose de jujubas, quem não mata engorda, kinder ovo quadrado. E o meu talento recém descoberto pra engenharia robótica. Jacarés gêmeos, um deles: gay. Aranhas sinistras, uma delas virou zumbi. Gato branco metido. Coruja curiosa que pousa no meio da rua, e eu desperdiçando a chance de fotografá-la de perto, ainda dei sorte de conseguir vê-la novamente depois, agora entre os fios do poste. Alzheimer. Uma dancinha espontânea que foi desgraçadamente filmada. Frio. Conversas malucas, vizinhos incomodados. Frio. Risadas. As horas correndo. Mugido de vaca do meio da noite(?) Os carros que erravam a jujuba laranja do outro lado da rua que tinha de ser atropelada! Dostoiévski. Formigas intrusas. Mais jujubas e frio, risadas e conversas malucas. Dois abraços desengonçados. E a maldita da despedida. E não adianta descrever as coisas assim, a melhor forma de resumir é: uma companhia maravilhosa. Porque é isso que faz as coisas sem nexo terem graça, terem sentido e se tornarem memoráveis. E depois de tanto ensaiar, teimar e enrolar lá estávamos nós, não fazendo nada de acordo com os planos e ainda assim aproveitando cada minuto. Obrigada de verdade por isso, meu jeito besta de ser não me deixou demonstrar o quanto eu gostei, o quanto eu te achei incrível. Mas poder tagarelar com o sr. Madruguinha de noite até inicio de madrugada foi muito foda. E seja lá o que vier a acontecer, desse dia não esqueço mais.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
07.05.2015 Corujão.
Um ninja. Overdose de jujubas, quem não mata engorda, kinder ovo quadrado. E o meu talento recém descoberto pra engenharia robótica. Jacarés gêmeos, um deles: gay. Aranhas sinistras, uma delas virou zumbi. Gato branco metido. Coruja curiosa que pousa no meio da rua, e eu desperdiçando a chance de fotografá-la de perto, ainda dei sorte de conseguir vê-la novamente depois, agora entre os fios do poste. Alzheimer. Uma dancinha espontânea que foi desgraçadamente filmada. Frio. Conversas malucas, vizinhos incomodados. Frio. Risadas. As horas correndo. Mugido de vaca do meio da noite(?) Os carros que erravam a jujuba laranja do outro lado da rua que tinha de ser atropelada! Dostoiévski. Formigas intrusas. Mais jujubas e frio, risadas e conversas malucas. Dois abraços desengonçados. E a maldita da despedida. E não adianta descrever as coisas assim, a melhor forma de resumir é: uma companhia maravilhosa. Porque é isso que faz as coisas sem nexo terem graça, terem sentido e se tornarem memoráveis. E depois de tanto ensaiar, teimar e enrolar lá estávamos nós, não fazendo nada de acordo com os planos e ainda assim aproveitando cada minuto. Obrigada de verdade por isso, meu jeito besta de ser não me deixou demonstrar o quanto eu gostei, o quanto eu te achei incrível. Mas poder tagarelar com o sr. Madruguinha de noite até inicio de madrugada foi muito foda. E seja lá o que vier a acontecer, desse dia não esqueço mais.
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