sexta-feira, 1 de maio de 2015

01.05.2015 Casamento parte II

Eis a ideia que minha cunhada me pediu pra desenvolver em menos
 de 24 hrs antes do casório: Pintar uma árvore e fazer os convidados
colocarem suas digitais na tela para fazer as folhinhas. Acabaram avacalhando
mas ainda assim foi legal o pessoal ter participado.
Eu sei, eu sei e estou muito decepcionada pela foto do dia ter que ser essa tranqueira ai. Acontece que estava tão entretida com o casamento que decidi não ficar presa à câmera e aproveitar a ocasião. E isso não foi tarefa fácil, o lugar do casamento era lindo! E como o casamento foi com o pôr-do-sol ao fundo dava para ter tirado fotos sensacionais, mas eu era a madrinha e não tinha nem como eu me atrever a dar uns cliques, ainda mais com o agravante de estar de vestido e salto, uma combinação que para pessoas como eu pode ser perigosa já que sou desastrada. Então tive que me contentar com essa imagem que foi uma das poucas que tirei, já que minha câmera ficou nas mãos de outras pessoas e meu desafio aqui consiste da minha pessoa fotografar e não ser a fotografada. Mas foi mágico. Valeu a pena ter abandonado a câmera. Por um milagre não paguei mico algum e dei conta de conseguir deixar meu cabelo decente durante o evento todo. Foi bacana estar perto das pessoas que ajudaram o sonho deles virar realidade. A felicidade estampada na cara dos dois era contagiante. Entrar com a música do poderoso chefão foi engraçado, eu me arrependi de não ter levado um chapéu pra zoar. Foi muito emocionante mas ao mesmo tempo divertido. Achei legal que a Carol estava por lá, como eu amo tagarelar com aquela guria rsrsrs ela tem um papo cabeça que me deixa pasma, e ao mesmo tempo ela é toda descontraída. Tão nova e sempre tão inspiradora, estilosa e autêntica ... sempre me dando sugestões de coisas interessantes, e claro não podiam faltar as risadas. Mas também pude curtir a companhia das minhas primas e familiares, meu primo que foi de Kilt, a saia escocesa, e teve seu momento de centro das atenções rsrs a Noemi com a cara amarrada porque estava de saia e porque ela é mestra em detestar qualquer evento em família. Quis até fazer boas ações, mas acabei me tornando uma alcoviteira e por causa disso fiquei tecnicamente segurando vela. Uma das coisas que me marcaram foi quando a Martha, amiga da minha cunhada, trocou umas palavrinhas comigo, ela é aquele tipo de mulher arrojada, inteligente e também inspiradora. Ela me deu uns conselhos que foram um misto de puxão de orelha e incentivo, e sabe ela não é de ficar falando as coisas por falar então levei bem a sério e fiquei feliz, foi algo que eu precisava mesmo ouvir e aprender. Fiquei encabulada em vários momentos em que tive que cumprimentar as pessoas e ter que ficar ouvindo o típico blablablá sobre eu ter crescido ou por causa do visual. Mas era em prol do meu irmão e cunhada valeu a pena passar por isso e por toda a correria. Minha cunhada estava encantadora naquele vestido, quando eu receber as fotos da fotografa eu coloco algo aqui para complementar o post.
Sobre o quadro da árvore: Eu confesso que quando fui encarregada de fazer isso ai eu quase arranjei uma desculpa pra cair fora. Eu não sou muito boa pra desenhar, embora goste eu sei que sou bem limitada, e desenhar árvores nunca foi meu forte. Mas ela tinha gostado tanto da ideia que resolvi tentar. Rabisquei a tela com lápis, fiz a árvore e percebi que dava ao menos pra quebrar o galho. Ai veio o desafio, pois as tintas que eu tinha não eram próprias pra pinturas em tela, então tive que fazer as coisas na base do improviso. Embora pareça guache as tintas usadas tanto pras digitais quanto para pintar os galhos e tronco foi tinta de artesanato pva fosca, que não é nem de longe a mais adequada para coisas assim. Eu nunca tinha pintado em telas com pincel. Das poucas vezes que me atrevi a pintar em telas usava canetas de tecido. Acabou sendo uma experiência nova, eu gostei de ter ajudado, não ficou do jeito que eu queria, mas foi o suficiente pra minha cunhada ficar satisfeita e no fim é isso que conta.    

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